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Aprovado pelo gerente, morto pelo CFO: anatomia do deal travado

G · Gestão Business case e modelo de ROI

O padrão se repete tanto que merece nome. A área de negócio quer comprar. O gerente defende. A proposta sobe para aprovação — e para. Semanas depois, a resposta que não é resposta: "vamos reavaliar no próximo ciclo".

A leitura comum é que o financeiro "não entendeu o valor". A leitura correta é que ninguém deu ao financeiro o que ele precisa para dizer sim: um número auditável. O CFO não compra entusiasmo; compra premissa visível, fonte declarada e sensibilidade calculada. O gerente que defende o projeto raramente tem esse material — e improvisa uma conta de padaria que desmonta na primeira pergunta.

O detalhe cruel: quando a conta improvisada desmonta, quem perde credibilidade é o campeão interno. Na próxima tentativa, ele defende com menos força. O deal não morreu por preço; morreu por munição.

O business case profissional resolve isso de forma quase mecânica: cenário conservador, base e otimista, as duas variáveis que mais pesam testadas em sensibilidade, e a lista das perguntas que o financeiro vai fazer — respondidas antes da reunião. Entregamos esse pacote em cinco dias úteis, planilha aberta e editável, por R$ 2.500 a 4.000, com data em contrato. Se o modelo mostrar que o ganho não se sustenta, dizemos por escrito — porque descobrir isso com uma planilha custa menos do que descobrir com três meses de pipeline.

Lente Gestão. Como a decisão aparece na administração do negócio.

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