Perspectivas
Automatizar a rotina errada: a que mais grita quase nunca é a mais cara
A fila de automação da maioria das empresas foi definida numa reunião. Alguém descreveu, com convicção, a rotina que mais o irrita, e ela virou a primeira da lista. Ninguém mediu nada. A rotina escolhida é quase sempre a mais barulhenta — e barulho não é custo.
Custo de rotina é uma conta de três fatores: quanto tempo leva, quantas vezes acontece e quanto custa a hora de quem executa. A barulhenta costuma ser mensal e concentrada: dói muito, uma vez por mês, numa pessoa só. A cara é o oposto — quarenta minutos, três vezes por semana, em três pessoas, sem ninguém reclamar, porque cada dose é pequena demais para virar assunto.
Decidida por decibel, a fila investe primeiro no que menos devolve, e a empresa conclui pela amostra errada que automação não valeu a pena. Fica de fora também a outra metade da lista: a rotina que vai sumir porque o sistema será trocado, a que existe só porque um relatório antigo nunca foi cancelado. Automatizar essas é pagar para preservar um problema.
Por isso o Diagnóstico de rotinas não constrói nada. Acompanho a semana de quem executa, meço tempo e frequência de cada rotina e classifico por fragilidade e por risco de erro; você recebe a planilha com horas por mês e custo de cada rotina, a lista priorizada do que automatizar primeiro e, explicitamente, o que não vale automatizar. R$ 1.800 a 3.000, três dias úteis, até 3 áreas ou 15 rotinas mapeadas — acima disso, segunda rodada —, com 50% de desconto em caso de atraso nosso.
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