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O relatório de segunda-feira: o imposto invisível que sua operação paga toda semana

G · Gestão Automação operacional

Toda operação tem um: o relatório que alguém monta toda segunda de manhã, copiando de três sistemas para uma planilha, ajustando as mesmas células, colando no mesmo e-mail. Quatro horas, toda semana, há três anos.

A conta que ninguém faz: quatro horas semanais são pouco mais de 200 horas por ano — cinco semanas de trabalho de uma pessoa, todo ano, para produzir informação que já existia nos sistemas. A empresa não percebe porque o custo vem parcelado em doses pequenas demais para doer, e porque "sempre foi assim" é o analgésico administrativo mais barato que existe.

O motivo de nunca resolver também é conhecido: automatizar nunca é urgente. Urgente é o incêndio da semana. E assim a rotina manual sobrevive a todos os planejamentos anuais, imune, cobrando seu imposto.

O desbloqueio é tratar a automação como compra, não como projeto: escopo de uma rotina, preço fechado (R$ 2 a 4 mil), entrega em cinco a dez dias úteis com data em contrato — atraso nosso dá 50% de desconto — e trinta dias de suporte. A rotina passa a rodar sozinha, avisa quando falha e vem documentada para o seu time alterar depois. Multiplique as horas da sua rotina pelo custo da hora de quem a executa, compare com o preço fechado, e a decisão para de depender de opinião.

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